Teoria da Comunicação

setembro 24, 2007

Bourdieu e os Lingüistas – a discussão dos conceitos de língua, comunicação e gramaticalidade

Arquivado em: Artigos — jusakae @ 2:28 pm

 

Sheila VIEIRA de CAMARGO GRILLO (Universidade de São Paulo)

ABSTRACT: Discussion of the polemics relations between Bourdieu’s sociology of language and french linguists about the concepts of langue, communication and grammaticality.

O enfoque deste artigo são os diálogos que se travaram, sobretudo na academia francesa, entre o sociólogo francês Pierre Bourdieu e lingüistas e filósofos da linguagem representativos de correntes diversas. Para tanto, serão identificadas algumas correntes de pensamento e os teóricos da linguagem com os quais o sociólogo francês dialoga – ou melhor dizendo, estabelece, ao mesmo tempo, relações de filiação e de oposição teórico- epistemológica– identificando os elementos de confronto.

 

1. Críticas a uma concepção institucional e histórica da Lingüística na teorização sobre a economia das trocas lingüísticas

Na segunda metade da década de setenta, Bourdieu estabelece um diálogo direto com lingüistas, o que produz um aprofundamento de sua teoria das trocas simbólicas aplicada a uma de suas manifestações: as trocas lingüísticas. A teorização de uma sociologia da linguagem por Bourdieu se constitui na oposição aos conceitos de língua, gramati-calidade, comunicação e competência, bases da teoria lingüística. As críticas a esse modelo ocorrem em dois momentos: no artigo “A economia das trocas lingüísticas”, originalmente publicado na revista Langue Française (1977), a crítica sociológica se faz, sobretudo, pelo deslocamento dos conceitos lingüísticos; e, no livro “Ce que parler veut dire. Léconomie des échanges lingüistiques” (1982), há um aprofundamento dos deslocamentos por meio da identificação dos determinismos político-ideológicos subjacentes às escolhas epistemológicas da Lingüística – sobretudo no conceito de língua.

Bourdieu (1994) desloca três conceitos básicos da teoria lingüística: as noções de gramaticalidade, de comunicação e de competência lingüística. Vejamos as críticas a cada um desses conceitos e o seu deslocamento para uma teoriada sociologia da linguagem.

Na revista Langue Française nº 34 (1977), Pierre Encrevé publica a edição de uma mesa redonda entre lingüistas e sociólogos, entre os quais está Pierre Bourdieu, que aconteceu em 1976 na Maison de Sciences de L’Homme em Paris. Esse debate se dá em um contexto acadêmico de contestação da forma particular de idealização sobre a qual repousa o trabalho lingüístico e o elo de necessidade que essa idealização estabelece com o caráter científico desse trabalho. O debate visa a reflexão sobre as possibilidades de intersecção entre a lingüística e a sociologia da linguagem.

A teoria lingüística de Chomsky coloca-se como problema central a descrição e a explicação da capacidade humana de, ao mesmo tempo, reconhecer e produzir um número infinito de frases gramaticalmente corretas e de recusar intuitivamente os dados negativos.

Nessa abordagem, a linguagem é apreendida enquanto fenômeno lógico-gramatical constitutivo da espécie humana, isolada, por opção teórico-metodológica, das suas condições sociais de produção, recepção e circulação. Bourdieu rejeita essa perspectiva por entender que a compreensão da linguagem envolve necessariamente o seu uso social, pois se trata de uma práxis. Ele propõe a substituição da noção de competência lingüística dos chomskyanos pela noção de competência prática: “o domínio prático da linguagem e do domínio prático das situações, que permitem produzir o discurso adequado numa situação determinada.”(1994, p. 158). Com isso, a noção de erro gramatical é deslocada para a noção de inadequação ao contexto social de uso da linguagem.

O segundo alvo da crítica de Bourdieu é a noção de comunicação que sustenta a idéia de língua enquanto fenômeno lógico-gramatical. Visa-se, aqui, à teoria saussuriana da compreensão baseada na existência de um núcleo lingüístico comum a todos os falantes de uma comunidade lingüística, permitindo, a partir do reconhecimento de um sentido invariante, a comunicação. Bourdieu (1994, p. 166) acusa a Lingüística de silenciar as condições sociais de possibilidade de instauração do discurso, em favor de um artefato teórico – o conceito de língua– cuja função é a dominação lingüística:

é um artefato que, universalmente imposto pelas instâncias de coerção lingüísticas, tem uma eficácia social na medida em que funciona como norma, através da qual se exerce a dominação dos grupos. Detendo os meios para impô-la como legítima, os grupos detêm, ao mesmo tempo, o monopólio dos meios para dela se apropriarem.

A idéia de interação simbólica – comunicação – é rejeitada em benefício das relações de força simbólica. As interações lingüísticas estão sempre condicionadas pela estrutura das relações de força entre os grupos sociais e, dentro destes, dos interlocutores.

Essa estrutura relaciona a língua legítima aos locutores com maior capital simbólico, capazes de imporem as regras de produção e de aceitação da formas lingüísticas adequadas.

A competência prática – acima exposta – só se realiza em função de um mercado lingüístico, definido por um nível de aceitabilidade dessa competência. A lógica do funcionamento do mercado lingüístico baseia-se no princípio de valor distintivo que é formulado por Saussure para explicar o funcionamento da língua. Bourdieu (1994, p. 168) vai transpor esse princípio para o funcionamento dos bens simbólicos, entre os quais se insere a competência prática:

O valor social dos produtos lingüísticos advém de sua relação com o mercado, isto é, na e pela relação objetiva de concorrência que os opõem a todos os outros produtos e na qual se determina seu valor distintivo: o valor social, do mesmo modo que, para Saussure, o valor lingüístico está ligado à variação, ao desvio distintivo, à posição de variante considerada no sistema de variantes. Entretanto, em conseqüência da relação que une o sistema das diferenças lingüísticas ao sistema das diferenças econômicas e sociais, os produtos de certas competências trazem um lucro de distinção somente na medida em que não se trate de um universo relativista de diferenças capazes de se relativizarem mutuamente, mas de um universo hierarquizado de desvios em relação a uma forma de discurso reconhecida como legítima.

O questionamento da noção de língua e de comunicação leva a uma relativização das competências lingüísticas que, entretanto, em relação com um mercado encontram-se hierarquicamente opostas. Vê-se que Bourdieu coloca todo o fenômeno lingüístico em relação com as condições sociais de produção, circulação e recepção dos bens simbólicos.

As críticas acima expostas ganham em profundidade na obra “Ce que parler veut dire. Léconomie des échanges lingüistiques” (1982) em que Bourdieu reafirma a natureza intrinsecamente social e o caráter heterogêneo da língua. O primeiro aprofundamento se dá na identificação dos determinismos político-ideológicos do conceito de língua nos estudos lingüísticos. Bourdieu argumenta que o conceito de língua está ligado ao processo de unificação política dos estados-nação, ao fim do qual um conjunto de sujeitos falantes é levando a aceitar a língua oficial. Essa língua deve servir aos usos e funções que implicam a constituição da nação os quais necessitam de um padrão impessoal e anônimo adequado aos usos oficiais e livres das coerções da situação. A língua assim normalizada é própria a ser emitida e decifrada por um emissor e um receptor quaisquer numa situação administrativa universal e impessoal da burocracia estatal. Para Bourdieu, a língua saussuriana tem as propriedades atribuídas à língua oficial, porém os lingüistas esquecem das leis sociais da sua gênese e construção. O processo de constituição do Estado cria as condições de constituição de um mercado lingüístico unificado e dominado pela língua oficial que se torna a norma teórica pela qual todas as práticas lingüísticas são objetivamente medidas.

Esse processo histórico é apagado em razão do modelo positivista através do qual a Lingüística se constitui como ciência. Bourdieu aproxima o conceito de Comte (apud Bourdieu, 1982, p. 23-24) de linguagem como um tesouro universal e uniformemente disponível aos falantes de uma comunidade, à metáfora de Saussure da língua como “um tesouro depositado pela prática da fala em todos os indivíduos pertencentes à mesma comunidade, um sistema gramatical que existe virtualmente em cada cérebro, ou, mais exatamente, nos cérebros dum conjunto de indivíduos.” (196-, p. 21). Portanto, Bourdieu aponta que a Lingüística da língua – tomada como um sistema gramatical – torna-se possível, pelo apagamento dos determinismos político-ideológicos e dos processos históricos da constituição de seu objeto e da sua abordagem metodológica, que exclui a sua natureza social.

 

2.A defesa da noção de língua por lingüistas

Tal como apontado, o principal alvo das críticas de Bourdieu é o conceito de língua – ao qual é negado o caráter real e denunciada a natureza de artefato teórico – pelo qual a Lingüística se constituiu como disciplina científica e universitária autônoma no século vinte. Essas críticas encontram reações em lingüistas ligados a teorias do discurso e da e nunciação, que se escoram em teorias psicanalíticas do sujeito.

Milner (1978) empreende uma investigação epistemológica, a fim de identificar o movimento de constituição da lingüística e de seu objeto de estudo, articulando-os à teoria psicanalítica de Lacan sobre o conceito de la langue. As exigências do saber científico levaram à construção do conceito de língua ancorado em algumas teses mínimas de base.

Primeira, o real da língua é representável, o que significa reconhecer o caráter regular e repetível dos fenômenos lingüísticos. Segundo, a exigência de completude da escrita lingüística, levando ao estabelecimento de critérios internos – arbitrariedade e valor, por exemplo – que permitem uma representação completa dos dados lingüísticos. Como diz Milner, “não há lingüística completa, no sentido de que há gramáticas completas, mas há escrituras completas, que se presume representar o conjunto de dados motivando seu simbolismo e suas propriedades formais, e não o conjunto do que pertence à língua”.

Terceiro, a exigência de consistência e homogeneidade, segundo a qual toda representação deve obedecer às mesmas leis de escritura, não permitindo contradição.

Esses três pressupostos de base da lingüística são tomados como a possibilidade da existência da psicanálise e de seu objeto, lalangue. A língua, enquanto objeto completo, distinto tanto do que não é uma língua quanto de uma outra língua, constitui-se na medida em que as proposições universalizantes da lingüística lhe imprimem limites, ao pressupor que “tudo não pode ser dito”. O gesto de fechamento da língua, enquanto objeto total, empurra para suas fronteiras os elementos singulares que escapam à regularidade das descrições lingüísticas: embrajores, discurso citado, pronomes pessoais, performativos, exclamações. Os limites da completude estabelecem a possibilidade da lalangue enquanto domínio do ilimitado,do não-representável,o que impede toda universalidade científica.

Milner vê na idéia de comunicação entre dois sujeitos falantes, definindo o lugar da língua nos fatos da linguagem em Saussure, a expressão de que a linguagem é o lugar de impossibilidade de compreensão absoluta entre os dois sujeitos. O autor argumenta que os anjos não precisam da linguagem, pois suas almas podem se identificar sem a mediação do corpo. Com isso, a representação do ato de linguagem, pressuposto da condição de língua, constitui-se em máscara do real onde alalangue se institui.

Dois sujeitos que não se podem unir, tal é o nó de lalangue; dito de outra forma, dois seres falantes são necessariamente e realmente distintos, e, de nenhum ponto de vista, sua diferença pode ser superada – nada de mesmo para o conceito -: eles não cessam de se escrever como discerníveis, e nenhum real pode existir onde eles se simetrizam. É lá que o modelo da comunicação – aquele de Saussure por exemplo -, funcionando como representação, funciona também como máscara: sua propriedade essencial consiste de fato a aplicar à relação de união impossível, o princípio da simetria e do discernível, dois sujeitos falantes no sentido da lingüística não sendo por definição considerados por seus traços que os igualam um ao outro.

Essa heterogeneidade impossível de ser completamente superada é o laço que une, segundo Milner, a língua ao amor, pois este deve também suplantar uma união impossível. No amor como na língua, trata-se de evacuar o discernível, de fazer de sorte que ele cessa de se escrever, que os dois se façam um, por meio de um preenchimento fantasmagórico do impossível a igualar. Na mesa redonda organizada por Pierre Encrevé (1977), as diferenças teóricas e disciplinares entre Milner e Bourdieu ficam bastante evidentes. Elas se concentram na aceitação, por Milner, e na rejeição, por Bourdieu, de um estatuto à coerção própria que exerce um sistema lingüístico (ou língua). Enquanto Milner assenta a possibilidade da lingüística a um julgamento de gramaticalidade de natureza regular ou repetível, Bourdieu rejeita esse julgamento, deslocando-o para a noção de aceitabilidade condicionada pelo contexto, isto é, “da relação entre uma frase e as situações onde ela é aceitável” (Bourdieu apud Encrevé,1977,p.45).

Primeiramente Kerleroux (1985) e em seguida Authier-Revuz (1995) classificam as posições de Bourdieu sobre a língua e a lingüística como utópicas, moralizantes e até mesmo preconceituosas no que diz respeito ao desempenho lingüístico das classes dominadas. A argumentação de Kerleroux aponta aspectos utópicos nas posições do sociólogo. Ao acusar a Lingüística de fabricar uma língua adequada aos interesses políticos da classe dominante, Bourdieu rejeita os estudos das variantes não-padrões, acusando-os de não atingirem a língua livre dos condicionamentos teóricos e ideológicos dos lingüistas.

Acompanhando a evolução das críticas de Bourdieu, Kerleroux mostra que a “verdadeira língua” está sempre em outro lugar – primeiro a língua dos do minados, depois a das mulheres das classes dominadas -, enquanto objeto desejável e desconhecido que se opõe por seu caráter de natural à língua legítima, artefato da ciência. O caráter utópico dessa língua “natural” se reflete na visão de Bourdieu de que existe uma diferença qualitativa entre burgueses e classes populares na sua relação com a língua. Os burgueses apresentam a capacidade de usar uma distância neutralizante, enquanto que as classes populares não sabem tomar distância em relação ao seu falar. Desse modo, as classes sociais não-dominantes estão imersas em suas palavras assim como estão imersas na realidade, sem distância, pois elas não privilegiam a maneira, o estilo, a forma, em benefício da função, uma vez que não estilizam a vida.

Dando prosseguimento às posições de Kerleroux e de Milner, Authier-Revuz (1995) aprofunda e amplia a discussão sobre a relação de distanciamento dos sujeitos falantes ao seu dizer, em seu monumental trabalho sobre as operações meta-enunciativas, nas quais o enunciador toma um elemento de sua mensagem por objeto. Essas operações estão ancoradas na propriedade reflexiva da linguagem, enquanto capacidade de ser sua própria metalinguagem, graças à existência, em toda língua, de um conjunto de formas permitindo assegurar essa reflexividade especificamente humana. Semnegar a possibilidade das operações meta-enunciativas como estratégias de distinção social na perspectiva de Bourdieu, Authier-Revuz mostra, através de exemplos extraídos de locutores de diferentes classes sociais, gêneros textuais e modalidades da linguagem, que a relação de alteridade e conseqüente distanciamento entre sujeito e língua é um traço lingüístico humano, não se limitando a condicionamentos sócio-econômicos.

No decorrer dos dois volumes de seu trabalho, Authier-Revuz dialoga e rebate explicitamente as posições de Bourdieu, no que diz respeito ao caráter real da língua e da relação de distanciamento entre sujeito e linguagem. Nos numerosos exemplos de operações meta-enunciativas, a lingüista mostra que o jogo recursivo sobre o não-um (o singular) do sentido pertence a todos os registros lingüísticos, diversamente do que defende o sociólogo.

Para ela, certas marcas de reflexividade são socialmente marcadas, como é o caso de certos tipos de desdobramentos do sentido etimológico – citação do grego, do latim, por exemplo – que pertencem a discursos mais restritos. Authier-Revuz interpreta a perspectiva do sociólogo de que haveria usos lingüísticos dominados pela “função comunicativa” na qual se exerceria a relação prática, funcional, imediata, enfim, sem tomada de distância, como a expressão de uma concepção “instrumentalista” da linguagem, cujos enunciadores seriam usuários que, segundo as leis do mercado lingüístico, acrescentariam, ou não, à funcionalidade pura, a sofisticação ou o recuo meta-enunciativo. Trata-se, no entanto, para a autora, de conceber uma alteridade constitutiva da relação do sujeito com seus outros (interlocutor, interdiscurso, referente, a própria língua), operada pela língua no sujeito. Vê-se, aqui, como em Milner, uma concepção psicanalítica do sujeito, que é ultrapassado pelo conjunto de regularidades inconscientes próprio ao sistema lingüístico.

 

Considerações Finais

Ao fim deste percurso, chegamos à caracterização das relações de confronto entre teorias representativas da Sociologia e da Lingüística. A sociologia de Bourdieu pode fornecer aportes teóricos importantes para compreender como as práticas sociais constituem e são constituídas pela materialidade lingüística, a qual, porém, não se reduz aos determinismos sócio-político-econômicos, caracterizando-se em uma ordem de coerções própria. A redução pode levar, tal como vimos, a preconceitos sobre as relações entre sujeitos de origens sócio-econômicas diversas, reafirmando e (re)produzindo, contrariamente ao quesequer, diferenças qualitativas inexistentes.

RERERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

AUTHIER-REVUZ, Jacqueline. Deux ou trois choses sur les rapports de la langue à ce qui n’est pas elle.Éducation permanente.n.120,Paris,p.13-20,1994-3.

______. Ces mots qui ne vont pas de soi. Boucles réflexives et non-coïncidences du dire. tome1 et 2.Paris: Larousse, 1995.

BOURDIEU, Pierre. Ce que parler veut dire. L’économie des échanges lingüistiques. Paris: Fayard, 1982. 244 p.

______.A economia das trocas simbólicas. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1992.

______. A economia das trocas lingüísticas. Trad. Paulo Montero. In: ORTIZ, R. Pierre Bourdieu. São Paulo: Ática,1994. (Original: Langue Française,34, maio 1977)

KERLEROUX, Françoise. Aspects utopiques d’un discours de la sociologie sur la langue. I:

AUROUX, Sylvain et al. (dir.) La linguistiquefantastique.Paris: Denoël, 1985.

______. O segundo alento dos durkheimianos: Pierre Bourdieu. In: _____. História do estruturalismo 2. O canto do cisne, de 1967 a nossos dias. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo:

Ensaio; Campinas: Editora da Universidade Estadual de Campinas,1994.p.85-96.

______. Uma via mediana: o habitus. In: _____. História do estruturalismo 2. O canto do cisne, de 1967 a nossos dias. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Ensaio; Campinas: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1994. p. 335-346.

ENCREVÉ, Pierre.(Org.) Table ronde “Linguistique et sociologie du langage”. Langue française,nº 34, p. 35-51,1977.

SAUSSURE, F. de Curso de lingüística geral. Trad. de A. Chelini, J. P. Paes e I. Blikstein. São Paulo: Cultrix,[196-].Título da edição original: Cours delinguistiquegénérale, 1915.

 

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